A bonita cidade de Zamora acolheu um razoável número de aeromodelistas e apoiantes para a realização de mais um Open Internacional "Ciudad de Zamora" que em boa verdade se deveria chamar Open Ibérico. A comitiva portuguesa era composta por quatro pilotos (Bruno Heleno, Rui Ferreira, Hélder Cabeça e António Costa), um juiz internacional (Emanuel Fernandes) e cinco ajudantes (F. Heleno, Mário Gomes, Sandra Cabeça, Carmo Costa e Manuela Fernandes).

A classe B (F3A-N)
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Com a organização a cargo do clube local em que a figura de proa era o incansável António Coco Mota, a prova realizou-se dos dias 28 e 29 de Maio. Apenas aceitava as classes A (FAI) e B (Nacional). A classe B tem o mesmo programa de acrobacia usado em Portugal mas nem por isso teve a participação de algum piloto português.

A classe A (F3A-FAI)
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Depois de uma agradável viagem a comitiva portuguesa realizou voos de treino na manhã de sábado. E desde muito cedo se adivinhou que esta prova não iria trazer boas recordações aos pilotos portugueses. Bruno Heleno que tinha vencido as duas últimas edições da prova perdeu a primeira manga tendo ficado a escassos dez pontos do concorrente catalão Joan Rombaut. Na segunda manga apesar de ter efectuado um voo de elevado nível não conseguiu obter o número de pontos suficiente para lhe dar o primeiro lugar. Rui Ferreira que não tinha sido feliz no primeiro voo, teve de abortar o segundo voo por acidente. A tampa superior (canopy) do seu modelo Vertigo soltou-se em pleno voo e valeu a habilidade e experiência do piloto que conseguiu aterrar em segurança. Hélder Cabeça viu fugir o quinto lugar por uns meros 2 pontos! As coisas não corriam bem à equipa portuguesa. António Costa nesta sua primeira participação revelou estar cada mais adaptado ao seu modelo eléctrico pelo que a sua pontuação tem subido de voo para voo. O primeiro dia de prova encerrou com um jantar de confraternização no Restaurante Casa Aurélia.
 Os pilotos portugueses
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No domingo, segundo dia de prova, os pilotos esperavam poder corrigir a sua prestação e obter melhores classificações. Porém, a falta de sorte continuou a acompanhá-los. Devido ao forte nevoeiro que surgiu durante toda a manhã não foi possível efectuar os dois voos restantes, pelo que apenas a classe B pôde efectuar um voo. O piloto mais prejudicado foi sem dúvida o Rui Ferreira que viu desta forma cortada a possibilidade de fugir do último lugar.

António Mota e os juízes
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Um almoço oferecido pela organização colocou um ponto final a mais um Open Internacional "Ciudad de Zamora".

Almoço de encerramento
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